domingo, abril 21, 2019
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Novo edital do lixo do Recife somente em 2014

 / Clemilson Campos/JC ImagemA nova licitação para coleta de lixo no Recife será feita no próximo ano. Isso porque o diagnóstico sobre o destino dos resíduos sólidos ainda não foi concluído pela Prefeitura do Recife. O estudo, que servirá de base para a abertura do novo processo licitatório para coleta de lixo e varrição da cidade, será entregue apenas no próximo semestre, embora a promessa inicial fosse de alterá-lo até abril deste ano. O imbróglio da ‘herança maldita’ deixada pela gestão petista poderá ser sanado em 2014, com o lançamento de um novo edital. O contrato vigente da PCR é datado de 2011, mas as empresas que executam o serviço são as mesmas desde 2007. As informações foram dadas pelo prefeito Geraldo Julio (PSB), durante entrevista à Rádio Jornal.

Através de um acordo entre a PCR e as empresas Qualix Serviços Ambientais e Vital Engenharia Ambiental, a PCR economizará cerca de R$ 15 milhões até o final do contrato, em 2014, segundo Geraldo Julio. Ainda de acordo com o socialista, os acréscimos de 480 funcionários na limpeza, duas varredeiras mecânicas, 70 contentores de lixo, sete ecoestações e até ações de educação ambiental, não elevarão o valor pago pela prefeitura às empresas. A contrapartida da PCR não foi revelada.

“Contratamos uma consultoria que está fazendo um diagnóstico dos resíduos sólidos, estudando as formas mais modernas que existem em outras cidades, para podermos formatar um novo edital e fazer uma nova licitação. Queremos ter o modelo definido no próximo semestre e lançar o edital em 2014”, explicou o prefeito, na Rádio Jornal.

Na quarta (4), a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público da Capital ingressou uma ação de improbidade administrativa contra os ex-prefeitos João da Costa (PT) e João Paulo (PT), alegando dispensa irregular de licitação para contratar as empresas que fazem até hoje a coleta de lixo da cidade.

JUSTIFICATIVA
Na entrevista, Geraldo Julio negou que o cancelou o ato de assinatura da ordem de serviço do programa Cidade Saneada, na Imbiribeira, para não topar com um protesto de moradores da comunidade Irmã Dorothy. Segundo o prefeito, ele não teria conseguido “acessar a via” em decorrência da manifestação. “Não cancelei a agenda. Ia fazer duas visitas. Fiz a visita à Imbiribeira. Na hora de visitar o canteiro, a via estava impedida. Não tive como acessar”, afirmou. Com informações do JC.

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