domingo, dezembro 16, 2018
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Em sua 13ª Plenária UGT discute rumos da central para 2012

Na última segunda-feira, 28 de novembro, teve início a 13ª Reunião Plenária da Executiva Nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), no Hotel Excelsior, em São Paulo. Com o objetivo de manter a união, a transparência em suas articulações e mostrar a preocupação da central com o social e o trabalhador.

O encontro reuniu lideranças das UGTs em todos os estados da federação e diplomou os vice-presidentes que compõem a central e lutam, dentro e fora dos parlamentos nacionais: os deputados federais: Roberto de Lucena (PV); Ademir Camilo (PSD) (também presidente da UGT Estadual de Minas Gerais) e João Dado (PDT); os deputados estaduais: Severino Ramos (PMN) (também presidente do Sindicato dos Comerciários de Recife e Região) e Edson Araujo (PSL).

Também fazem parte do quadro de vices-presidentes da UGT: o deputado federal Roberto Santiago (PSD), o deputado estadual Davi Zaia (PPS), além de o vice-prefeito de Carapicuíba-SP, Antônio Carlos dos Reis, o Salim (PSD); Enilson Simões de Moura, o Alemão, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Ceagesp; Laerte Teixeira da Costa, do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e Antonio Maria Thaumaturgo Cortizo, presidente da Federação dos Trabalhadores em Telecomunicações.

O evento contou com a abertura do presidente nacional da UGT, Ricardo Patah, falando sobre a importância da unidade sindical e a interferência que o movimento vem sofrendo. “O momento que estamos vivenciando é muito difícil. O mundo sindical vem recebendo pedradas de tudo o que é lado. Não podemos deixar diminuir a capacidade de um ministério para instrumentalizar a classe trabalhadora. Estão querendo acabar com a estrutura sindical, tirando o imposto sindical”, abriu Patah a exposição.

Durante a plenária foram apresentadas as duas mais novas secretarias: Nacional da Cultura e de Vendedores Viajantes, assim como o Sindicato dos Artistas Técnicos em Espetáculos e Diversões do Estado de São Paulo, se filiou para compor a luta da central pela melhoria dos direitos da classe trabalhadora.

Tendo como cenário a crise internacional e a participação ativa do sindicalismo brasileiro fazendo valer a capacidade do movimento sindical no país, comparado com o restante da América e ressaltando um país ou outro da Europa, o presidente nacional da UGT argumenta a importância e atuação dos representantes da classe trabalhadora e a entrada de capital para este fim, como forma de amparo ao trabalhador.

Contra a estagnação e em prol da luta intensa para a valorização do trabalhador, Ricardo Patah frisa a continuidade de defesa das bandeiras comuns à classe, além das que caracterizam a UGT. “Temos várias políticas que temos que continuar instrumentalizando e são comuns às outras centrais: política do salário mínimo, redução da jornada de 40 horas, fim do fator previdenciário e outros temas, além de desafios importantíssimos que a UGT tem e pelos quais vai lutar, porque está enriquecida com classe de deputados no parlamento, para pressionar no Congresso, os direitos dos trabalhadores”.

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