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Economia

Indicador sinaliza ritmo mais lento de contratações nos próximos meses

O Indicador de Antecedente de Emprego (Iaemp), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), caiu 3% em abril deste ano em relação a março – o menor percentual desde agosto de 2011 (-4,2%). A queda, divulgada nesta segunda-feira (13) “sinaliza um ritmo mais lento de contratações nos próximos meses”, diz em nota a FGV. Em abril de 2012, o indicador registrou alta de 0,5%.

Medido com base em entrevistas com empresários do setor industrial e de serviços, o indicador mostra também a expectativa do consumidor em conseguir o emprego. O mau desempenho desses dois fatores foi o que mais contribuiu com queda de 4,9% para o recuo do IAEmp.

O indicador combina dados das sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, e tem o objetivo de antecipar os rumos do mercado de trabalho no país.

Fonte: Agência Brasil




Microempreendedor tem até o final do mês para apresentar a declaração do Simples Nacional

O prazo para a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual, relativa ao ano-calendário 2012, termina no próximo dia 31. O preenchimento e o envio das informações podem ser feitos por meio da internet, no site da Receita Federal.

O microempreendedor individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. No Portal do Empreendedor é possível obter uma lista de atividades que podem ser enquadradas como MEI.

Para ser um microempreendedor individual é necessário faturar até R$ 60 mil por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. O pequeno empresário pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

No mais recente programa de rádio Café com a Presidenta, apresentado na segunda-feira, Dilma Rousseff disse que programas como o do Microempreendedor Individual e das Pequenas Empresas estão beneficiando milhões de trabalhadores de nosso país. A presidenta calcula que o número de trabalhadores enquadrados como MEI está perto de 3 milhões.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador informal possa se tornar um MEI. Entre as vantagens está a possibilidade de inclusão no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a emissão de notas fiscais.

Outra vantagem, segundo a Receita Federal, é que o MEI passa a ser enquadrado no Simples Nacional e fica isento de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). O microempreendedor pagará o valor fixo mensal de R$ 34,90 (comércio ou indústria), R$ 38,90 (prestação de serviços) ou R$ 39,90 (comércio), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS.

Com essas contribuições, o microempreendedor individual tem acesso aos benefícios da Previdência, como o auxílio maternidade, o auxílio doença e a aposentadoria. Com informações do Daniel Lima Repórter da Agência Brasil




Emprego na indústria sobe em março, mas registra queda na comparação com 2012

41bdec8ff1633O total de pessoal ocupado na indústria em março de 2013 subiu 0,2% na comparação com fevereiro, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística na Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes). Com o resultado, ajustado sazonalmente, a média móvel trimestral ficou estável, já que em fevereiro não houve variação e, em janeiro, foi registrada queda de 0,1%.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, no entanto, o emprego na indústria registrou em março o 18º resultado negativo consecutivo, com queda de 0,6%. O primeiro trimestre de 2013 também apresentou recuou em relação aos primeiros três meses de 2012, com redução de 1%. Apesar das variações negativas, a taxa mensal é a menos intensa desde janeiro de 2012 (-0,4%) e a queda trimestral é menor que a do último trimestre de 2012 (-1,2%). Nos últimos doze meses, o emprego caiu 1,4%.

Nove dos 14 locais pesquisados pelo IBGE registraram queda na taxa de emprego industrial em março, com destaque para Pernambuco (-6,3%), Bahia (-4,5%), Rio Grande do Sul (-2,3%) e São Paulo (-0,4%). Já o Paraná teve alta de 2%, impulsionado pelos setores de alimentos e bebidas (7%) e produtos têxteis (14,3%).

No resultado trimestral, os setores que mais pesaram para a queda de 1%¨em relação ao ano anterior foram vestuário (-6,4%), calçados e couro (-4,8%) e produtos têxteis (-5,2%), enquanto alimentos e bebidas aumentou 1,6% e borracha e plástico, 2,6%. Com informações de Vinícius Lisboa Repórter da Agência Brasil




Recife tem cesta básica com maior alta entre capitais do País

Os preços dos itens que compõem a cesta básica subiram em abril em 12 das 18 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.

As altas mais expressivas, de acordo com o levantamento, foram apuradas no Recife (6,55%), em João Pessoa (5,94%) e Belém (5 25%). As retrações mais significativas ocorreram em Salvador (-4 63%), Porto Alegre (-3%) e Campo Grande (-1,73%).

Em abril, São Paulo continuou a ser a capital onde se apurou o maior valor para a cesta básica: R$ 344,30. Na sequência aparecem Manaus (R$ 339,64), Vitória (R$ 328,94) e Rio de Janeiro (R$ 327,52). Já os valores mais baixos foram verificados em Aracaju (R$ 247,72), Salvador (R$ 268,05) e Campo Grande (R$ 271,65).

Acumulado – No acumulado dos primeiros quatro meses de 2013, as 18 capitais pesquisadas registraram expansão nos preços da cesta básica. As altas mais expressivas foram registradas em João Pessoa (22,33%) Aracaju (21,40%) e no Recife (19,84%). Já Porto Alegre (6,08%), Florianópolis (7,36%) e Goiânia (8%) registraram os menores aumentos.

Em 12 meses, entre maio de 2012 (quando o Dieese divulgava a estimativa de preços da cesta básica em 17 capitais, sem os dados de Campo Grande) e abril último, houve aumento acima de 10% em todas as regiões, com as maiores variações em João Pessoa (34,11%), Recife (33,21%) e Fortaleza (32,99%). As menores variações foram verificadas em Porto Alegre (16,48%), Curitiba (18,98%), Florianópolis (20,75%) e Goiânia (20,76%).

As 18 capitais pesquisadas mensalmente pelo Dieese são Vitória (ES), Manaus (AM), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Aracaju (SE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MS), Belém (PA), João Pessoa (PB), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Recife (PE), Natal (RN) e Florianópolis (SC).

Fonte: Agência Estado




Fiat vai investir R$ 15 bilhões no Brasil até 2016

201305060738560000006540A Fiat anunciou um novo plano de investimentos no Brasil, com aplicação de R$ 15 bilhões até 2016. Parte do dinheiro – R$ 9 bilhões – faziam parte do plano anterior, de 2011 a 2014, e foram somados a R$ 6 bilhões adicionais. O dinheiro será usado na produção de automóveis, caminhões, colheitadeiras, autopeças e motores no país.

O novo plano foi apresentado nesta segunda-feira (6) pelo presidente mundial da Fiat Chrysler e da Fiat Industrial, Sergio Marchione, e pelo presidente da Fiat Chrysler na América Latina, Cledorvino Belini, à presidenta Dilma Rousseff, em reunião que durou cerca de uma hora e meia.

Parte dos recursos serão investidos na construção e ampliação de fábricas no Brasil. Estão incluídas a unidade de produção de automóveis em Goiana (PE), que deverá produzir até 250 mil unidades por ano, a partir do começo de 2015, e a fábrica da Iveco em Sete Lagoas (MG) que, além de caminhões Magirus, vai montar veículos de defesa.

As fábrica de tratores em Curitiba será ampliada e a unidade de automóveis de Betim (MG) terá a capacidade de produção ampliada de 800 mil unidades por ano para 950 mil unidades por ano até 2014.

Além da expansão da capacidade produtiva e construção de novas fábricas, os R$ 15 bilhões englobam investimentos em inovação, desenvolvimento de novos produtos e tecnologias. Serão usados também na melhoria de processos logísticos e de manufatura. A holding estima que os investimentos vão gerar 7,7 mil novos empregos diretos e 12 mil indiretos no Brasil.

A Fiat é a maior fabricante brasileira de automóveis. O Brasil é o centro da divisão latino-americana do grupo. Com informações da Agência Brasil




Produção da indústria aumenta 0,7% em março

A produção da indústria brasileira aumentou 0,7% em março deste ano, em relação a fevereiro (-2,4%). No primeiro trimestre, entretanto, o setor registrou queda de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2012. Os dados foram divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A indústria apresentou recuo de 2% na taxa que verifica a atividade nos últimos 12 meses e não apresentou recuperação diante das taxas de -2% de janeiro e de -1,9% de fevereiro. Já na comparação entre março de 2013 e o mesmo mês de 2012, a produção caiu 3,3%.

De acordo com o IBGE, dos 27 setores pesquisados, 13 tiveram aumento de produção, com destaque para veículos automotores, que cresceu 5,1% em março – diminuindo o impacto da queda de 8,1% de fevereiro. Também se recuperam o setor de refino de petróleo e produção de álcool (3,3%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,9%).

Por outro lado, entre os ramos com despenho negativo, destaque para o setor de alimentos, com queda de 2,7% – o segundo resultado negativo consecutivo. Também registraram queda em março os setores de equipamentos de transporte (-5%), produtos de metal (-4,4%), diversos (-7,3%), além de outros produtos químicos (-1%).

Entre as categorias de uso, na comparação com fevereiro, bens de consumo duráveis cresceu 4,7%, bens intermediários aumentou 0,8% e bens de capital teve ganho de 0,7%.

Já na comparação com março de 2012, três das quatro categorias de uso e 21 dos 27 setores industriais pesquisados tiveram resultados negativos, com destaque para alimentos (-7,9%), famacêutica (-17,3%) e extrativas (-7,1%) e metalurgia (-7,3%). O IBGE lembra que também pesou no resultado os dois dias úteis a menos em março de 2013 – na comparação com 2012. Com informações de Isabela Vieira Repórter da Agência Brasil




Governo negocia pacote para baixar custo do gás

O governo federal e representantes da indústria negociam um pacote de medidas para reduzir o custo do gás natural no curto prazo. As propostas em discussão envolvem a troca (swap) entre a atual produção da Petrobras e a futura oferta de gás da União do pré-sal e uma operação de troca regional de gás.

Associações ligadas às indústrias trabalham com essas alternativas até que se consiga avançar em um modelo de leilão de gás semelhante ao de energia, com a compra do insumo em contratos de longo prazo a custos diferenciados.

A venda a preços competitivos da futura produção de gás da União nos campos do pré-sal vinha sendo discutida há muito tempo pelo mercado com o governo federal. Como o novo regime de partilha determina que a União fique com o chamado “óleo-lucro” da produção desses campos, havia a expectativa de que pudesse vender o insumo a preços mais baixos.

Essa tarefa ficaria sob a responsabilidade da Petro-Sal, estatal criada para administrar os contratos de partilha da produção e comercialização de petróleo e gás dos novos campos do pré-sal em nome da União.

O problema é que isso não resolvia a questão do curto prazo. Os campos do pré-sal hoje em fase de produção foram leiloados sob o antigo regime, o de concessões, que não garante ao governo nenhum direito sobre a produção de óleo e gás.

Isso deve mudar quando o Ministério de Minas e Energia retomar o leilão das áreas do pré-sal, previsto para novembro. A retomada das licitações ainda não soluciona a questão do preço do gás porque a produção dos novos campos vai se materializar a médio e longo prazos.

A novidade nas negociações é a possibilidade de antecipar para hoje a oferta de gás da União dos campos licitados nos contratos de partilha. Com isso, as indústrias poderiam ter acesso imediato a um insumo mais barato, em vez de esperar seis ou sete anos pelo desenvolvimento das campanhas exploratórias. No futuro essa venda será efetivada pela Petro-Sal.

Outra possibilidade em discussão é o swap regional de gás, cujo objetivo é eliminar possíveis descasamentos entre o local de produção do gás natural e o destino onde seria utilizado. “Digamos que, por exemplo, a Vale tenha produção (de gás) numa região do Brasil, mas não tenha intenção de desenvolver aquela área. A empresa então colocaria o gás na rede e a Petrobras forneceria o insumo em outra região”, disse uma fonte que pediu para não ser identificada.

A empresa produtora pagaria uma quantia em troca do “uso” da rede de gasodutos da Petrobras – a estatal é proprietária de quase toda a rede de gasodutos do País. O swap de novas ofertas de gás natural tem sido discutido entre a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) e a ANP. “Esse também é um instrumento que permitiria aos fornecedores mais distantes da malha entregar esse gás até São Paulo”, argumentou a diretora-presidente da Arsesp, Silvia Calou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado




Pouco mais de 26 milhões de contribuintes entregaram a Declaração do Imposto de Renda em 2013

20130408145812_receitaBrasília – Um total de 26.034.621 de contribuintes enviou a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física este ano. O número ficou levemente acima da estimativa da Receita Federal, que esperava receber 26 milhões de formulários. No ano passado, 25,2 milhões de pessoas físicas entregaram o documento.

O prazo de entrega terminou às 23h59min59s dessa terça-feira (30), horário de Brasília. Quem não enviou o documento a tempo terá de pagar multa de R$ 165,74 ou 20% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

Apenas no último dia de entrega, o Fisco recebeu 3.399.665 declarações. O horário de pico ocorreu das 15h às 16h, quando 262.018 pessoas físicas enviaram o documento. Neste ano, 7.361 contribuintes optaram por preencher e transmitir o formulário por meio de tablets e smartphones. O serviço foi lançado no início de abril , e a Receita esperava receber 5 mil declarações por meio de dispositivos móveis.

O programa gerador da declaração está fora do ar. O envio só poderá voltar a ser feito a partir das 8h de quinta-feira (2) na página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br). Ao contrário de outros anos, não será necessário instalar o aplicativo novamente no computador. O programa já está atualizado para o cálculo da multa e para a impressão da guia de pagamento para quem entregar com atraso.

Após o prazo, o contribuinte não poderá optar pela entrega em disquetes de computador nas agências bancárias. De acordo com a Receita, só serão aceitas declarações enviadas pela internet ou em mídia removível – pen drive, disquete ou disco rígido externo – nas unidades de atendimento da Receita Federal.

O pagamento das restituições começará em junho e será feito em sete lotes mensais. No primeiro lote, que será liberado em 17 de junho, terão prioridade idosos de mais de 60 anos, pessoas com deficiência e portadores de doenças graves. O último lote sai em 16 de dezembro. De acordo com o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, a Receita deve desembolsar R$ 12 bilhões com o pagamento de restituições.

Por meio do extrato disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita (e-CAC), no endereço https://cav.receita.fazenda.gov.br, é possível verificar erros ou irregularidades na prestação de contas. O próprio sistema apontará as divergências, que deverão ser corrigidas por meio de uma declaração retificadora. Segundo o subsecretário de Fiscalização da Receita, Caio Marcos Cândido, a Receita promete fornecer o extrato de todas as declarações até o início de junho. Com informações de Wellton Máximo Repórter da Agência Brasil




Dilma quer subsidiar passagens em voos regionais

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (29), em discurso em Campo Grande, que o Brasil voltou a investir em aeroportos regionais e anunciou que o governo vai subsidiar assentos nos aviões para que se tornem competitivos. “Vamos subsidiar passagens em voos regionais.” A presidente também anunciou que oito aeroportos regionais de Mato Grosso do Sul terão R$ 201 milhões.

Dilma disse ainda que o governo está construindo uma fábrica de fertilizantes nitrogenados em Três Lagoas. Segundo Dilma, para o País, “fertilizante é tão importante quanto petróleo”. “Mato Grosso do Sul tem oferta de gás vinda da Bolívia, o que torna atraente produção de fertilizantes.”

A presidente falou também sobre as obras na BR 419 e o programa para regiões de fronteiras. “A BR 419, assim que concluírem a apresentação do projeto executivo, vamos fazer a avaliação e transferir para o Estado de Mato Grosso do Sul executar.” Ela ressaltou ainda que o governo precisa das rodovias para patrulhar fronteiras. “Estamos olhando todas as regiões de fronteiras dentro do programa estratégico de fronteiras.”

“Nós precisamos ter rodovias que deem acesso e permitam um melhor patrulhamento de fronteira”, ressaltou a presidente, que anunciou a realização do prolongamento do acesso norte-sul no Estado, saindo de Anápolis até Dourados. De acordo com Dilma, há também uma discussão no sentido de introduzir no plano rodoviário nacional uma estrada estadual, que é a MS 165.

A presidente fez as declarações durante cerimônia de entrega de 300 ônibus escolares a 78 municípios de Mato Grosso do Sul, no âmbito do programa Caminho da Escola.

Vira-lata

A presidente afirmou que tem “muita confiança” de que esse ano o Brasil vai continuar crescendo. “Hoje, além de mostrar um futebol fantástico, mostramos também que somos capazes de distribuir renda, somos um País mais estável, que controla sua inflação, que tem a menor taxa de desemprego”, disse Dilma.

Durante seu discurso, a presidente citou uma crônica de Nelson Rodrigues sobre o “complexo de vira-lata” do povo brasileiro, o qual ela traduziu como sendo um pessimismo. Ela afirmou que este complexo ficou no passado. “Nos últimos dez anos, nós enterramos o complexo de vira-lata, somos um País vencedor”, afirmou a presidente, que ressaltou que o Brasil tem todas as condições de avançar e hoje é respeitado no mundo. “Somos fortes, uma das maiores economias, indústria forte e competitiva”, mencionou.

Fonte: Agência Estado




Focus volta a elevar aposta para inflação em 2013

A projeção de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2013 subiu de 5,70% para 5,71%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira, 29, pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a estimativa estava em 5,71%. Para 2014, a projeção segue em 5,71%. Há quatro semanas, estava em 5,68%.

A projeção de inflação para os próximos 12 meses subiu de 5,53% para 5,55%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,43%. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa do BC, a previsão para o IPCA em 2013 no cenário de médio prazo subiu de 5,72% para 5,76%. Para 2014, a previsão dos cinco analistas segue em 6,05% pela sétima semana. Há um mês, o grupo apostava em altas de 5,79% e de 6,05% para cada ano, respectivamente. Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em abril de 2013 subiu de 0,44% para 0 45, acima do 0,40% previsto há quatro semanas. Para maio de 2013 subiu de 0,31% para 0,32%. Há quatro semanas, estava em 0,33%.

Selic: Os economistas consultados na pesquisa Focus mantiveram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 em 8 25% ao ano. Para o fim de 2014, a mediana das projeções caiu de 8,50% ao ano para 8,25% ao ano. Há quatro semanas, as duas projeções estavam em 8,50% ao ano.

A expectativa para a Selic no fim de maio segue em 7,75% ao ano, o que indica alta de 0,25 ponto porcentual em relação aos atuais 7,50% ao ano na próxima reunião do Copom, marcada para maio.

A projeção para Selic média em 2013 segue em 7,81% ao ano. Estava em 7,83% há quatro semanas. Para 2014, segue em 8,50% ao ano. Estava em 8,50% há quatro semanas. Nas estimativas do grupo Top 5 a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo recuou de 8,50% ao ano para 8,38% ao ano. Para o fim de 2014, caiu de 8,38% ao ano para 8,25% ao ano.

Fonte: Agência Brasil




Pernambucanos terão aumento de 0,79% na conta de energia da casa

Foto Celpe Sede 1Os 3,2 milhões de pernambucanos que são clientes da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) vão pagar 1,32% mais pela energia a partir da próxima segunda-feira, dia 29 de abril. Os clientes residenciais terão uma alta de 0,79% no valor da fatura. Os aumentos foram autorizados no final da tarde desta terça-feira pela diretoria da Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel).

Os grandes consumidores, normalmente indústrias, ficaram com o maior aumento: 13,37%. Os considerados de médio porte tiveram redução, de -12,45%. Já os clientes residenciais que vivem em áreas rurais vão arcar com uma alta de 4,55%.

Para a definição do aumento, foram considerados fatores como os custos com encargos setoriais e tributos, despesas com a compra e transmissão de energia e custos de operação, manutenção, expansão do sistema, administração do serviço e remuneração dos investimentos, por exemplo.

O processo de revisão tarifária pela qual a Celpe passou é realizado periodicamente. Em Pernambuco, o procedimento ocorre a cada quatro anos, conforme estabelecido em contrato firmado entre a companhia e a União. Com informações do JC




LDO prevê salário mínimo de R$ 719 no próximo ano

Brasília – O salário mínimo deverá passar para R$ 719,48 no próximo ano. O valor consta no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, enviado hoje (15) pelo Executivo ao Congresso Nacional. Pela proposta, o mínimo terá reajuste de 6,12% no ano que vem.

O valor final do salário mínimo, no entanto, pode ser ainda maior porque pode ser revisto pelo governo conforme a fórmula de reajuste estabelecida por lei. Até 2015, o aumento do mínimo corresponderá ao Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulada nos 12 meses anteriores ao reajuste.

O projeto também prevê crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 e inflação oficial também de 4,5% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Apesar da perspectiva de que o Banco Central volte a reajustar os juros básicos da economia na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o documento indica manutenção da taxa Selic em 7,25% ao ano pelos próximos três anos, até o fim de 2016. Com informações de Wellton Máximo Repórter da Agência Brasil




Seca provoca flagelo econômico em Pernambuco

BOM CONSELHO – Na seca de 1932, o jovem Miguel Arraes decidiu fazer prontidão na frente de sua casa, no município cearense do Crato. Com uma jarra do lado e bolachas à mão, o ex-governador de Pernambuco distribuía água e comida com retirantes famintos. Hoje, a calamidade tem outra face. A imagem de crianças esquálidas de Vidas Secas não representa a “nova estiagem”. Programas de transferência de renda abrandaram a vergonha da fome. O flagelo é econômico. No Semiárido pernambucano, atividades produtivas foram quase dizimadas. Só na pecuária, o prejuízo é de R$ 1,5 bilhão. Há 2 anos não cai chuva suficiente para plantar feijão e milho. O verão prolongado comprometeu até a produção irrigada. Entre os meteorologistas é consenso que as previsões para os próximos três meses não são otimistas.

“Se não chover dentro de mais um mês vou abrir a porteira do curral e deixar o gado ir embora”, confessa, desolado, o pequeno criador Sebastião Curvelo, de Bom Conselho (Agreste). Bastim, como é conhecido no campo, admite abandonar a atividade de uma vida inteira, por falta de condições para alimentar os animais. Desde que a estiagem se prolongou, o produtor divide o dinheiro da aposentadoria rural com os bichos. “Fico com uma parte para a feira da família e o restante gasto com eles, mas não tô aguentando”, diz. 

Anêmicas e desnutridas, as vacas quase não produzem mais leite e deixam de gerar renda para virar um fardo. “Hoje a bóia delas é folha de bananeira. Compro uma carrada por R$ 200 e ainda tenho que pagar mais R$ 200 pelo frete”, calcula Bastim, que chegou a ter 60 animais, mas hoje só restam 13. Uma parte vendeu barato e outros morreram de inanição.

A terra esturricada e sem pasto obriga os criadores a uma rotina de peregrinação pelo Semiárido em busca de água e comida para os animais. Referência de uma pequena produtora que conseguiu estruturar seu sítio, Maria Tito Luz, de 51 anos, vendeu uma casa e pediu empréstimo para manter o curral vivo, no distrito de Barra do Brejo, em Bom Conselho. Os barreiros secaram e a silagem armazenada para dar ao gado na estiagem só durou seis meses. “A última trovoada que deu por aqui foi em junho de 2012, mas foi fraca. Nasci e me criei por essas bandas e nunca vi uma seca dessas”, diz. 

Os carros-pipa do Exército, do Estado e da prefeitura nunca deram o ar da graça em Barra do Brejo. Maria é obrigada a desembolsar R$ 120 por semana num pipeiro para encher o barreiro onde os bichos matam a sede. O sol a pino e o céu sem nuvem, de um azul estridente, fazem a água evaporar rápido. Junto com os irmãos que moram na vizinhança, a criadora cotiza a compra de palma, vai buscar cana-de-açúcar doada pelo governo e disputa espaço nos mananciais onde resta uma nesga de água. 

“Se a praga (da cochonilha do carmim) não tivesse acabado com a palma, nossa situação seria diferente. Ela era a salvação do gado. Hoje, precisamos buscar a planta em Alagoas. Pagamos R$ 600 por um caminhão pequeno e quem vende ainda nos obriga a cortar o caule e carregar o caminhão”, conta. A cochinilha dizimou 90% da plantação de palma de Pernambuco.

A terra esturricada e sem pasto obriga os criadores a uma rotina de peregrinação pelo Semiárido em busca de água e comida para os animais. Referência de uma pequena produtora que conseguiu estruturar seu sítio, Maria Tito Luz, de 51 anos, vendeu uma casa e pediu empréstimo para manter o curral vivo, no distrito de Barra do Brejo, em Bom Conselho. Os barreiros secaram e a silagem armazenada para dar ao gado na estiagem só durou seis meses. “A última trovoada que deu por aqui foi em junho de 2012, mas foi fraca. Nasci e me criei por essas bandas e nunca vi uma seca dessas”, diz. 

Os carros-pipa do Exército, do Estado e da prefeitura nunca deram o ar da graça em Barra do Brejo. Maria é obrigada a desembolsar R$ 120 por semana num pipeiro para encher o barreiro onde os bichos matam a sede. O sol a pino e o céu sem nuvem, de um azul estridente, fazem a água evaporar rápido. Junto com os irmãos que moram na vizinhança, a criadora cotiza a compra de palma, vai buscar cana-de-açúcar doada pelo governo e disputa espaço nos mananciais onde resta uma nesga de água.

Com a altivez da mulher do campo e um empréstimo que conseguiu tirar (a muito custo) no Banco do Nordeste, Maria vai conseguindo afastar, enquanto pode, o fantasma da morte de seu rebanho. “Ainda cheguei a perder cinco reses”, contabiliza. Dos 30 animais que ficaram, vendeu dez (cada um por R$ 500) para dar de comer e beber ao restante. Toda a persistência é para manter a criação viva, porque a produção de leite e a geração de renda definhou junto com as vacas. “Faísca era minha melhor matriz. Dava até 12 litros de leite por dia. Hoje (mal alimentada) não faz nem três litros”, compara.

Quem não se empenhou ou não teve a mesma sorte que Maria viu a seca levar os bichos. Os cemitérios de carcaças de animais se espalham por todo o Agreste e Sertão do Estado. Nos 1.233 quilômetros percorridos em seis municípios, a cena se repete invariavelmente. É o retrato de uma terra arrasada, que perdeu metade do seu rebanho bovino. “Num intervalo de 10 anos, o plantel pernambucano disparou de 1 milhão para 2,5 milhões de cabeças de gado”, compara o secretário estadual de Agricultura, Ranilson Ramos. Em 2 anos de seca, a tradicional bacia leiteira do Estado retrocedeu ao que era há uma década.

O colapso na oferta deixou de balde na mão um parque industrial inteiro e alçou o preço do leite de Pernambuco ao mais caro do País. Gigantes como a Brasil Foods (dona da Sadia e Perdigão), Betânia e Lácteos Brasil (LBR) estão com suas fábricas ociosas e já dispensaram pessoal. No mercado, a informação é que a Perdigão/Batavo, em Bom Conselho, já teria demitido 93 funcionários e tem outra lista de 100 cortes prevista para este mês. Procurada, a empresa não respondeu ao pedido de entrevista. “Antes da seca processava 150 mil litros na fábrica, hoje só consigo captar 50 mil litros”, lamenta o dono da Bom Leite, Stênio Galvão. O laticínio de São Bento do Una (Agreste) está comprando leite em pó para fabricar suas bebidas fermentadas.

“O volume diário de leite no Estado não roda sequer três indústrias, que dirá o mercado inteiro, que inclui laticínios menores e queijarias”, observa o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios de Pernambuco, Albérico Bezerra. Pesquisa da Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Sara) do Estado, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) em 600 propriedades do semiárido, mostra que a produção de leite despencou 72% e que 17% dos criadores venderam (ou perderam) seus animais e saíram da atividade. O mais dramático é que 80% da atividade estava na mão de pequenos produtores, que levaram décadas para construir um ativo agora arruinado.  Com informações do Jornal do Commercio.




Em PE, aumentam preços de ovos e produtos de higiene e limpeza

Nos supermercados, feiras livres e nos centros de distribuição de Pernambuco, se  percebe uma alta de até 30% nos preços de ovos. A explicação, como ocorreu com o tomate, é a seca. Também foi percebida uma alta nos preços dos produtos de higiene pessoal e limpeza, como mostrou pesquisa do Procon estadual.

A pior seca dos últimos 60 anos, que castiga a maior parte dos municípios de Pernambuco, principalmente os do Sertão e Agreste, afeta os principais polos avícolas. Nessas duas regiões, a taxa de crescimento do setor, no ano passado, foi de 8%. Com o acúmulo de perdas, cerca de 40% dos pequenos e médios produtores de frango abandonaram a atividade. A produção de ovos também caiu 15% e o desemprego segue o mesmo ritmo na região.

De acordo com a Associação dos Avicultores de Pernambuco, a seca em 2012 prejudicou a produção de milho e soja em vários países, o que interferiu nos custos com alimentação dos animais e frete de modo geral. Este ano, a estiagem no Nordeste foi ainda pior, e faltou ração e água para os animais. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) suspendeu os leilões de milho para os pequenos criadores na tentativa de socorrer os pequenos agricultores. Fatores que, reunidos, interferem na produção e nos preços.

“Isso tudo é reflexo do clima. No ano de 2012 o clima foi adverso em todos os continentes onde existem safras importantes, houve frustração de safra tanto no Hemisfério Sul, no Sul do Brasil e na Argentina, como, no segundo semestre, nos Estados Unidos. Então isso gerou uma pressão de custo muito forte em cima dos grãos de milho e soja, que é a base da produção da avicultura”, afirmou o vice-presidente da Associação dos Avicultores de Pernambuco, Antônio Corrêa.

No Centro de Abastecimento de Pernambuco (Ceasa), o reajuste, dependendo do tipo de ovo, passa de 30% no preço de uma bandeja com 100 unidades. O ovo branco médio teve aumento de 31,58%, e os ovos brancos extras e vermelhos estão 28,57% mais caros.

Os comerciantes, que compram a mercadoria em grandes quantidades, já perceberam que a venda de ovos está caindo. “Houve uma redução, pequena, mas houve. Entre 10% e 20% a menos está se vendendo”, afirmou a comerciante Valderice BarrosNo setor de varejo, os consumidores já sentem bastante a diferença de preços. A aposentada Terezinha Schneider compra sempre o produto para fazer bolos, fritadas e outros pratos. Ela já percebeu o aumento. “Nos últimos seis meses, subiu muito, já comprei bandeja por três reais. passou para seis. Agora, custa dez”, disse.

Higiene e limpeza

Além dos ovos, os preços dos produtos de limpeza e de higiene pessoal dispararam nos supermercados. Uma pesquisa do Procon estadual mostrou que o impacto do aumento desse tipo de produto no salário mínimo é de quase 42% – exatos R$ 282,32.

Os materiais de limpeza e higiene pessoal foram os que mais subiram na cesta básica dos pernambucanos em 2013. Em março, a variação no preço da lã de aço foi de quase 100% em vinte estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife. O valor do sabonete variou mais de 130%.

O representante comercial Rafael Moura faz compras toda semana e se surpreende cada vez que vai ao supermercado com os preços. “Está aumentando tudo, material de limpeza, é geral”, afirma. A administradora Fabiana de Melo anota tudo para não levar o mais caro. “A gente vai procurando agregar o melhor preço à qualidade”, diz.

“Tá muito caro, a gente tem que economizar muito e sair pesquisando”, conta a dona de casa Marluce dos Santos. Uma alternativa para tentar driblar os preços é escolher o refil. Nesse caso, o mesmo produto da mesma marca, com a mesma quantidade, se escolher a embalagem mais simples economiza até 5%. Outra dica é da economista Fernanda Estelita: “os grandes supermercados trabalham com cobertura de oferta de concorrência. Então se você traz um panfleto, ele cobre esse produto”. Com informações do G1.




Prévia do PIB tem queda de 0,52% em fevereiro

Brasília – A atividade econômica apresentou queda em fevereiro, segundo dados divulgados hoje (12) pelo Banco Central (BC). No segundo mês do ano, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) ajustado para o período (dessazonalizado) caiu 0,52% na comparação com janeiro deste ano.

É o pior resultado registrado pelo BC para meses de fevereiro em relação a janeiro, na série histórica iniciada em 2003. O percentual de queda (0,52%) ficou igual ao registrado em 2005, nesse mesmo tipo de comparação (fevereiro contra janeiro).

De acordo com os dados revisados e com ajuste sazonal, em janeiro deste ano, comparado com dezembro de 2012, o IBC-Br cresceu 1,43%.

Em 12 meses encerrados em fevereiro, a atividade econômica apresentou expansão de 0,87% (sem ajustes).

Na comparação entre fevereiro deste ano e o mesmo mês de 2012, houve crescimento de 0,44%, de acordo com o dado sem ajustes para o período, considerado o mais adequado para esse tipo de comparação.

O IBC-Br é uma forma de avaliar e tentar antecipar como será o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. O acompanhamento do IBC-Br é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica. Esse acompanhamento também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, atualmente, em 7,25% ao ano. Com informações de Kelly Oliveira Repórter da Agência Brasil




Inflação faz consumidores trocarem supermercados por mercadinhos de bairro

A aposentada Euricilia Oliveira, 86 anos, reclama que não sentiu ainda os efeitos da desoneração da cesta básica

A aposentada Euricilia Oliveira, 86 anos, reclama que não sentiu ainda os efeitos da desoneração da cesta básica

Já não basta ter tirado o tomate da nossa salada e deixar a tradicional farinha de mandioca com um preço bem mais salgado. O temido dragão da inflação está mudando outro hábito do brasileiro: ir ao supermercado. A pressão inflacionária sobre os alimentos tem forçado o consumidor a trocar as grandes redes pelos mercadinhos de bairro. Uma das provas disso é que as vendas dos hipermercados caíram 2,1% em fevereiro frente ao mesmo mês de 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Variações negativas não aconteciam desde março de 2009.

A alta dos alimentos é o principal motivo para a mudança no comportamento. Para se ter uma ideia, a inflação na cidade do Recife registrou um índice de 7,33% nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação foi maior que a média nacional, que ficou em 6,59%. No mês de março, os preços da cebola, farinha de mandioca e do frango em pedaços subiram 11,70%, 6,29% e 7,50%, respectivamente.

“Venho ao supermercado, no máximo, duas vezes por mês. Os preços aqui são mais caros em relação aos mercadinhos. Nunca levo tudo o que eu preciso”, diz a médica Marycellia Novais, 31 anos. Para manter o gasto médio mensal de R$ 600 com a feira, ela também começou a comprar produtos de marcas mais baratas.

Até dezembro, a dona de casa Isabel Magalhães, 38, desembolsava cerca de R$ 700 pela sua feira mensal. Hoje, o valor médio não sai por menos de R$ 1,2 mil. “Também prefiro comprar nos mercados de bairro. A variedade de produtos não é a mesma, mas o preço é bem melhor”, opina. Ela espera que nos próximos meses os preços fiquem mais estáveis. 

O vice-presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (Apes), Djalma Cintra, informa que desde janeiro o volume de vendas na capital tem caído. “Não é uma queda generalizada, mas apenas naqueles itens que estão com os preços mais elevados.” Para ele, enquanto a inflação não se estabilizar, a tendência é que as vendas caiam ainda vez mais.

Nem a recente desoneração da cesta básica, anunciada pelo governo federal, tem aliviado o bolso do consumidor. “Ouvi falar que a cesta básica ia ficar mais barata, mas até agora não vi diferença”, reclama a aposentada Euricilia Oliveira, 86. Ela passou a substituir o tomate pelo extrato industrializado, além de cortar itens supérfluos da feira mensal. “Apesar disso, hoje eu estou gastando 30% a mais para levar os mesmos produtos que eu comprava dois meses atrás”, comenta. Com informações do DP




Governo federal prorroga redução de IPI para veículos até o fim de 2013

Decisão foi anunciada pelo ministro Guido Mantega ao Jornal Nacional. Medida representa uma renúncia adicional de R$ 2,2 bilhões em 2013.

Decisão foi anunciada pelo ministro Guido Mantega ao Jornal Nacional.
Medida representa uma renúncia adicional de R$ 2,2 bilhões em 2013.

O governo publicou nesta segunda-feira, no Diário Oficial da União, decreto que prorroga até 31 de dezembro de 2013 a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de automóveis e caminhões. A redução do IPI foi divulgada pelo governo em maio do ano passado e prorrogada várias vezes. O novo prazo de vigência do benefício foi anunciado pelo Ministério da Fazenda na noite de sábado. O tributo sobre veículos subiria a partir desta segunda-feira, 1º de abril.

Para os veículos flex e a gasolina de até 1.000 cilindradas, as alíquotas subiriam de 2% para 3,5%. O governo, no entanto, decidiu manter o imposto em 2% para essa categoria até o fim deste ano. A alíquota original do IPI para veículos de até 1.000 cilindradas é de 7%.

Para os carros flex de 1.000 a 2.000 cilindradas, a alíquota do IPI deveria passar dos atuais 7% para 9% nesta segunda-feira, enquanto para os veículos a gasolina, de 8% para 10%. O governo decidiu manter as alíquotas nos atuais 7% para os veículos flex e 8% para gasolina. O IPI original desse segmento é de 11% para carros flex e 13% para os que são movidos a gasolina.

Para veículos acima de 2.000 cilindradas, a alíquota permanece inalterada em 25% para os veículos a gasolina e em 18% para os carros flex. Já para caminhões, a alíquota permanece em zero.Também foi prorrogada a alíquota de 2% de IPI até 31 de dezembro para veículos comerciais leves. A alíquota original nesse segmento é de 8%.

A medida, segundo o governo, representa uma renúncia fiscal adicional de R$ 2,2 bilhões de abril a dezembro de 2013 em relação ao que já estava programado. Com informações da Agência Estado




Despesas de começo do ano levam muita gente a usar o crédito rotativo do cartão

Brasília – O aumento das despesas no início do ano levou muita gente a usar o crédito rotativo do cartão de crédito, que é o financiamento de parte do valor da fatura e também saques. De acordo com dados do Banco Central (BC), em fevereiro, o saldo do crédito rotativo dos cartões cresceu 5,9% em relação ao mês anterior. O estoque desse tipo de crédito ficou em R$ 25,985 bilhões.

Enquanto o crédito rotativo cresceu, o saldo dos pagamentos à vista no cartão (operações sem incidência de juros, parceladas ou não) diminuiu 6,1%, na comparação com janeiro. O estoque ficou em R$ 86,256 bilhões. O crédito parcelado no cartão, com juros, apresentou leve queda de 0,1%, com saldo de R$ 9,873 bilhões.

De acordo com o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, fevereiro foi um mês em que as pessoas evitaram fazer novas despesas usando o cartão e optaram por rolar a dívida. “É um mês que tem concentração de compromissos de início de ano: impostos, pagamentos decorrentes do período de férias, matrículas, material escolar”, disse, ao apresentar os dados do crédito do sistema financeiro, esta semana.

Apesar de o crédito rotativo dos cartões serem atraentes pela simplicidade para se tomar o crédito, ou seja, basta pagar valor menor que o total da fatura, as taxas de juros costumam ser mais altas do que de outras modalidades.

De acordo com dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito ficou estável em fevereiro em relação a janeiro (9,37% ao mês), mas é a mais alta entre as modalidades de crédito para pessoas físicas pesquisadas. Abaixo do cartão de crédito, vem a taxa do cheque especial (7,75% ao mês). O empréstimo pessoal dos bancos registrou taxa de 2,92% ao mês. E a taxa média para pessoas físicas ficou em 5,42% ao mês. Com informações de Kelly Oliveira Repórter da Agência Brasil




BC admite inflação acima do centro da meta

Um dia depois da confusão causada no mercado financeiro pelas declarações da presidente Dilma Rousseff em Durban, na África do Sul, o Banco Central jogou a toalha e admitiu antecipadamente que não será possível trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% este ano, mesmo que os juros voltem a subir. É o terceiro ano consecutivo que o BC admite a impossibilidade.

A instituição divulgou ontem a elevação generalizada de suas projeções de inflação para este e para o próximo ano. Se as estimativas se confirmarem, o governo Dilma Rousseff fechará os quatro anos de seu mandato com o índice de inflação (IPCA) acima de 5%. O BC disse que ainda é possível agir para alcançar uma inflação mais baixa, mas apenas em 2014.

A expectativa agora é de que o índice de preços ao consumidor saia dos atuais 6,3% acumulados em 12 meses e chegue a 6,7% em junho, valor que supera o teto da meta, que é de 6,5%. A inflação terminaria 2013 em 5,7% e cairia para 5,3% em 2014. A instituição apresentou, pela primeira vez, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, de 3,1%, pouco acima dos 3% estimados pelo mercado.

Apesar de reafirmar que vai aguardar novos dados e agir com cautela em relação aos juros, o BC considerou ‘plausível’ que outras ações de política monetária possam ser necessárias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  Com informações da Agência Estado.




Complexo turístico da Casa do Governador emperrado por conta de invasões

A invasão da chamada Casa do Governador, em Porto de Galinhas, Litoral Sul, é hoje, ao menos oficialmente, o maior nó para um empreendimento de R$ 620 milhões sair do papel. Negociado há quase seis anos com o grupo português Teixeira Duarte para instalação de um megacomplexo turístico e de serviços, parte do terreno de 70 hectares está ocupado por 151 famílias. Até que sejam removidas, continua emperrado a geração de 3.500 empregos e o pagamento ao Estado de R$ 36 milhões, valor acertado para compra da área.

As invasões são alvo de dois processos de reintegração de posse movidos pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) na Vara da Fazenda Pública de Ipojuca. Um, de 2007, referente a 30 famílias instaladas há mais tempo no local, foi julgado favorável ao governo, mas como houve recurso, a ação tramita, atualmente, no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), sem previsão de julgamento. O segundo, de 2009, contra as 131 restantes, também foi vencido pelo Estado na Justiça.

De acordo com o procurador geral do Estado, Thiago Norões, a remoção acontecerá “brevemente”. Essa depende de uma articulação entre governo do Estado, prefeitura de Ipojuca, polícia e Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab).

“O grupo Teixeira Duarte só pode depositar o dinheiro da negociação e começar a executar o empreendimento e cumprir os prazos acertados depois do desembaraço da área. Os projetos de licenciamento ambiental estão prontos assim como o masterplan”, comentou Norões. Os R$ 36 milhões que serão pagos ao governo sofrerão correção monetária, seguindo o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) acumulado desde 2006.

“Temos conversado constantemente e só falta isso para o investimento acontecer”, acrescentou o procurador. Em 2008, o grupo português teve sérios prejuízos financeiros com a crise internacional que colocaram em xeque a capacidade de bancar o investimento. 

O Teixeira Duarte foi procurado pela reportagem, mas o escritório local afirmou não ter competência para responder os questionamentos e, até o fechamento deste edição, a administração do grupo não atendeu a equipe da imprensa. O projeto, inicialmente, previa dois hotéis, condomínios residenciais, shopping center, centro esportivo, bares e restaurantes. Seria executado em duas fases, que levariam seis anos para conclusão.  Com informações do Jornal do Commercio.




Alterado regulamento do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste

Por meio de decreto presidencial, o governo alterou, nesta quarta-feira (13), o Regulamento do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FNDE). As mudanças abrangem os capítulos que tratam de títulos de crédito, contratação de operações, liberação de recursos, aprovação e execução de projetos.

Uma das mudanças no capítulo sobre títulos de crédito prevê que “o prazo de vencimento das debêntures, constante da escritura de emissão, será de até doze anos, incluído o período de carência, e poderá se estender em até vinte anos, no caso de projetos de infraestrutura ou, nos casos de concessão pela União para a exploração e desenvolvimento de serviço público, no prazo de concessão pública, limitado à capacidade de pagamento do empreendimento, a critério da Sudene, ouvido o agente operador”.

Pela norma atual o pagamento das parcelas do saldo devedor das debêntures será feito semestralmente. Mas o novo decreto traz uma ressalva: “Nos casos de projetos de infraestrutura ou estruturadores, de alcance e extensão interestadual e de efetiva contribuição ao desenvolvimento sustentável e à integração Intra e inter-regional e de custo global superior a R$ 1 bilhão, esse pagamento poderá ser feito anualmente.”

A Sudene poderá, a seu critério, no vencimento das parcelas semestrais ou anuais de amortização ou no resgate, optar por receber o principal e acessórios integralmente em moeda ou por converter em ações parte da amortização das debêntures subscritas e integralizadas proporcionalmente a limite estabelecido no regulamento do FNDE, diz o Decreto 7.951, publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Agência Estado




Produção industrial cai em Pernambuco

A produção industrial cresceu em janeiro, na comparação com dezembro, em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média nacional, houve expansão de 2,5% no período. Em relação a janeiro do ano anterior, a alta chegou a 5,7%.

No índice acumulado dos últimos 12 meses, a produção continua em queda, mas a redução caiu de 2,6% em dezembro para 1,9% em janeiro. Em oito locais, o acumulado é negativo. No entanto, sete das 14 localidades pesquisadas apresentaram melhora.

São Paulo foi o estado que mais contribuiu para o aumento da produção, com alta de 1,6% na comparação com dezembro e de 5,3% ante janeiro de 2012. O setor automobilístico puxou o crescimento para cima, assim como a indústria farmacêutica e o refino de petróleo.

Já o Paraná foi a mais expressiva contribuição negativa, com redução de 3,9% em relação a janeiro de 2012. Resultados ruins dos setores de máquinas e equipamentos agrícolas pressionaram a queda. O setor de edição e impressão também puxou para baixo, mas, na comparação com dezembro, passou a contribuir positivamente para que a taxa chegasse a um crescimento de 11,3%, recuperando a baixa de 9,2% acumulada nos meses de dezembro e novembro.

As principais altas ocorreram onde é mais forte a presença da indústria farmacêutica, do refino de petróleo, da produção de caminhões, de automóveis, de bebidas e de alimentos e da extração de minério de ferro.

Além do Paraná, o Ceará (9,3%), o Rio Grande do Sul (7,1%) e o Rio de Janeiro (3,1%) superaram os 2,5% de crescimento nacional ante dezembro. Na outra ponta, a produção caiu em Goiás (-4,9%), no Pará (-3,1%), na Bahia (-2,1%), em Pernambuco (-1%) e no Espírito Santo (-0,5%). O Amazonas (1,9%), Minas Gerais (1,6%) e Santa Catarina (0,6%) registraram crescimento abaixo da média brasileira, assim como São Paulo, que teve a principal contribuição positiva por responder por cerca de 40% da produção nacional.

Fonte: Agência Brasil




Para motocicletas e ônibus, seguro DPVAT poderá ser pago em parcelas

Em 2013, o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) traz uma novidade. A taxa, que garante a cobertura para as pessoas em vez dos veículos, poderá ser parcelada em até três vezes para motocicletas e ônibus.

Quem tem carro já sabe da obrigação anual de pagar os valores. De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Carlos Valle, o Dpvat é importante por vários motivos. “Primeiro porque ele é obrigatório. Depois porque ele dá cobertura a qualquer vítima de acidente de trânsito que esteja dentro ou fora do veículo. Independente da culpa, até mesmo se o veículo causador se evadiu do local”, afirma Carlos Valle.

Motocicletas e ônibus vão poder dividir os seus respectivos valores (R$ 292 e R$ 247 ) em até três vezes. Os demais veículos, como carros de passeio, caminhões e caminhonetes, vão manter a parcela única. “Até porque o valor considera-se menor com relação às outras categorias”, explica o diretor. De acordo com Carlos Valle, o preço pago pela moto é maior porque é a categoria que mais se envolve em acidentes. “Hoje sabemos que mais de 70% dos acidentes de trânsito com vítimas envolvem motociclistas”, afirma Valle, explicando que isso faz com que o seguro para a categoria fique ainda mais caro.

Quando um acidente de trânsito acontece, a vítima é socorrida pelo Samu ou, nos casos de óbito, é encaminhada ao Instituto de Medicina Legal (IML). Nos dois casos, será gerada a guia de um documento que comprova que a pessoa foi vítima de acidente de trânsito. “Com este documento, a pessoa tem direito a solicitar os valores previstos para invalidez, despesas médicas ou óbito”, afirma Carlos Valle. Atualmente, o DPVAT paga R$ 13.500 em caso de morte, até R$ 13.500 no caso de invalidez e R$ 2.700 para assistência médica em até 30 dias.

Os familiares ou a própria vítima devem se dirigir ao Sindicato de Corretores de Seguros. “É importante que a pessoa vá com a documentação que tiver. Caso falte alguma coisa, ela será orientada e não será cobrado nenhum valor por isso”, afirma o diretor da Fenacor. Na capital, o sindicato fica na Avenida João de Barros, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife.

Como pagar
Para conseguir pagar o DPVAT parcelado, é preciso entrar no site da seguradora Líder, a oficial para tratar do assunto. Lá, clique na opção ‘Seguro DPVAT’ e ler informações sobre o pagamento. Ainda no site, há a opção de ver e clicar na alternativa ‘Como, Onde e Quanto pagar’ e, em seguida, selecionar o botão ‘Pagamento Seguro DPVAT 2013′.

Primeiro, serão informados os critérios. Depois, o valor. Em terceiro lugar, como será feito o pagamento. Quando aparecer o mapa do Brasil, escolha a opção Pernambuco e serão disponibilizadas informações sobre pagamentos à vista e parcelado. Ao escolher a forma de sua preferência, o boleto será gerado e deve ser impresso.

Munido deste documento com o código de barras correto, o procedimento pode ser realizado em toda a rede bancária e casas lotéricas. Com informações do G1.




Ferramenta da Fiesp permite calcular se o desconto na conta de luz está sendo aplicado

calculadoraBrasília – A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está disponibilizando uma ferramenta que permite que os consumidores verifiquem se os descontos anunciados pelo governo na conta de luz estão sendo aplicados corretamente. Em janeiro deste ano, o governo federal anunciou uma redução na conta de luz dos brasileiros, em média de 18% para as residências e de até 32% para as indústrias, agricultura, comércio e serviços.

O cálculo pode ser feito no site www.energiaaprecojusto.com.br. Para saber o percentual de redução, basta selecionar o estado e a distribuidora, o nível de tensão e o tipo de tarifa (residencial, baixa renda, rural). Também é preciso informar o consumo da unidade em quilowatts-hora. A ferramenta calcula automaticamente qual o percentual de desconto que foi aplicado, o valor atual da tarifa e quanto sairia sem a redução. Também informa o valor e o percentual dos impostos incididos na conta.

“Com muita luta, conseguimos baixar o preço da conta de luz para todos os brasileiros. Agora, precisamos conferir se o desconto está vindo correto”, disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em propaganda da entidade. Há dois anos, a Fiesp e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) lançaram a campanha Energia a Preço Justo, pedindo a redução do preço da energia elétrica no país. Com informações de Sabrina Craide Repórter da Agência Brasil




Arrecadação bate recorde e chega a R$ 116 bilhões em janeiro

Brasília – A arrecadação de impostos e contribuições federais bateu novo recorde com alta real de 6,59% [corrigido pela inflação] em janeiro, na comparação com o mesmo período de 2012, totalizando, em termos nominais, R$ 116,066 bilhões.

De acordo com informações divulgadas pela Receita Federal, influenciaram o resultado de janeiro, entre outros fatores, o pagamento da primeira cota ou cota única do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) relativo à apuração do último trimestre do ano anterior e a antecipação de pagamentos, em janeiro de 2013, do ajuste anual também desses tributos referente ao lucro obtido no ano anterior.

Outro fator foi o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos, entre eles, o crescimento das vendas de bens e serviços (5%), o crescimento da massa salarial (11,88%) e o valor em dólar das exportações (9,46%). Por outro lado, houve queda na produção industrial de 3,55%. Com informações de Daniel Lima Repórter da Agência Brasil

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