Câmara Municipal de Igarassu #Cultura

CMI Igarassu Cultura

A Câmara Municipal de Igarassu está cada vez mais perto da sociedade, destinando espaço para a cultura, a arte e a história da nossa terra.

Compartilhe essa notícia:

    Dilma faz reunião com coordenação de campanha para discutir eleição

    dilma0012A presidente Dilma recebeu noite desta terça-feira (22), no Palácio da Alvorada, integrantes da coordenação de campanha para discutir a estratégia para sua reeleição.

    Compareceram o presidente do PT, deputado Rui Falcão, e o marqueteiro da campanha, João Santana. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participou do encontro.

    A reunião foi convocada após a divulgação de pesquisas recentes que mostram queda da avaliação do governo e das intenções de voto da própria Dilma.

    Há uma preocupação no comando petista com o crescimento da avaliação negativa do governo. A estratégia é tentar criar fatos positivos no governo para que Dilma volte a recuperar sua popularidade nas  pesquisas. 

    Com informações do Blog do Camarotti

    Compartilhe essa notícia:

      Senado aprova Marco Civil da Internet e texto segue para sanção presidencial

      O plenário do Senado aprovou hoje (23), por votação simbólica, o Projeto de Lei do Marco Civil da Internet. Após momentos de embate entre governistas e oposicionistas, a redação final da matéria foi aprovada sem alterações pela unanimidade dos senadores presentes. O texto segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

      Um dos principais pontos do projeto a proteção da  neutralidade de rede está no Artigo 9º, que garante tratamento isonômico para qualquer pacote de dados, sem que o acesso ao conteúdo dependa do valor pago. A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet. Assim, os provedores ficam proibidos de discriminar usuários conforme os serviços ou conteúdos que eles acessam cobrando mais, por exemplo, de quem acessa vídeos ou aplicações de compartilhamento de arquivos.

      Outro ponto da proposta garante o direito dos usuários à privacidade, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo das comunicações pela internet. O texto determina que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só serão lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem, nos moldes do que já é previsto para as tradicionais cartas de papel.

      O projeto também assegura proteção a dados pessoais e registros de conexão e coloca na ilegalidade a cooperação das empresas de internet com órgãos de informação estrangeiros. O objetivo é evitar casos de espionagem como o escândalo que envolveu a NSA, agência norte-americana de informações.

      O Artigo 19, que limita à Justiça a decisão sobre a retirada de conteúdos, também está entre os principais pontos do projeto. Atualmente, vários provedores tiram do ar textos, imagens e vídeos de páginas que hospedam, a partir de simples notificações.

      Os senadores oposicionistas reclamaram da votação antecipada da matéria. Eles queriam discutir mais o assunto e chegaram a apresentar emendas que foram rejeitadas em plenário. No fim, entretanto, votaram a favor do texto final e comemoraram a aprovação do novo marco regulatório. “Infelizmente, o rolo compressor [do governo] prevaleceu. Mas o novo marco da internet é, sem dúvida, um avanço porque mantém a neutralidade da rede, que é uma vitória de toda a sociedade”, disse o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG).

      O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), disse que o Brasil dará exemplo ao mundo no que se refere à regulação das relações na internet e ressaltou que a maioria dos países ainda não têm leis tão “maduras” quanto a que foi aprovada no Congresso brasileiro. Ele confirmou que a presidenta Dilma Rousseff deverá apresentar a nova legislação no evento internacional sobre o assunto, NetMundial, que começa hoje (23), em São Paulo. “O encontro internacional será premiado com a grande legislação que o Brasil oferecerá para o mundo amanhã”, disse o senador.

      Braga admitiu que o texto ainda deverá passar por ajustes, que serão tratados em uma medida provisória no futuro. Ela deverá abordar os artigos 10º e 13, especialmente no que se refere a quais autoridades terão permissão de acesso a dados pessoais dos usuários de internet.

      Por Mariana Jungmann Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

      Compartilhe essa notícia:

        Campos é contra redução da maioridade penal

        eduardo-camposDepois de se declarar abertamente contra o aborto, o presidenciável do PSB, Eduardo Campos (PE), afirmou ter uma postura contrária também com relação à redução da maioridade penal. De acordo com o presidenciável, a diminuição da idade não será o suficiente para resolver o problema da criminalidade no Brasil que, segundo ele, só melhoraria com investimentos em educação. Campos deve disputar a Presidência da República contra a presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e contra o senador Aécio Neves (PSDB), em outubro. Neste domingo (20), Campos já havia se manifestado de forma contrária ao aborto. 

        “Se você não cuidar de gerar trabalho, renda e educação de qualidade, você vai reduzir para 16, depois para 14, depois para 12 e não vai resolver o problema. As crianças não entram na criminalidade porque já nascem com essa índole, essa tendência. É a falta de oportunidade”, afirmou o ex-governador, nesta terça-feira (22), em entrevista à Rádio Jornal. “As pessoas imaginam que diminuir a maioridade vai resolver o problema da criminalidade. Isso é um mito”, complementou.

        Para o socialista, é preciso investimentos em educação e na construção e manutenção de creches para impedir que as crianças e adolescentes entrem em contato com o crime. “Se a questão fosse para mudar uma lei e resolver o problema, a lei era mudada e o problema estava resolvido no dia seguinte. Mas não é de um dia para o outro, as coisas não são assim”, afirmou o presidenciável.

        Durante a entrevista, o ex-governador de Pernambuco ainda fez novas críticas contra o governo da presidente Dilma e realçou o discurso da “nova política”. “É possível melhorar o Brasil. E pra melhorar o Brasil é preciso melhorar a política do Brasil, fazer uma renovação. Você olha para Brasília e vê as mesmas figuras que cercaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso [PSDB], que cercaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [PT] e que hoje cercam completamente a presidente Dilma”, criticou Campos.

        “Os serviços públicos tem que ser melhorados, e você não melhora os serviços públicos com a velha política cuidando só dos interesses próprios”, complementou. A construção de “uma nova política” será uma das principais bandeiras levantadas pelo ex-governador e pela vice na chapa do socialista, a ex-senadora Marina Silva (PSB), durante o período eleitoral.

        A maioridade penal é o segundo tema polêmico abordado por Campos em menos de uma semana. No último domingo (20) durante a missa de  Páscoa, no Santuário Nacional de Aparecida, no Interior de São Paulo, ele afirmou ser que era contrário ao aborto, a não ser em casos que envolvam o estupro, a formação de um feto anencefálico ou no caso de risco de vida para a gestante. Segundo ele, a legislação brasileira sobre o tema está consolidada e não precisa de alteração. 

        Por Mariana Almeida, Pernambuco 247

        Compartilhe essa notícia:

          CHARGE: A danada da inflação!

          genildo24

          Compartilhe essa notícia:

            Eduardo, Dilma e Aécio empatam entre eleitores que os conhecem

            dilma-eduardo-marina-e-aecioDe acordo com pesquisa Datafolha, considerando apenas as intenções de votos entre os eleitores que conhecem os três principais candidatos à presidência, Eduardo Campos fica com 28%, a presidente Dilma Roussef (PT) com 26% e Aécio Neves (PSDB) com 24%.

            Na manhã desta segunda-feira (21), o pré-candidato do PSB ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, comentou o resultado em sua conta no Tiwtter. “Quando a pesquisa analisa o universo dos que conhecem todos os candidatos, o resultado é bem diferente”, comemorou.

            Sem o recorte, no universo total da pesquisa Ibope mais recente, Eduardo Campos concentra apenas 8% das intenções de voto, contra 39% para a presidente Dilma Rousseff e 16% para o tucano Aécio Neves.

            Uma das perguntas dos internautas direcionada ao pré-candidato nesta manhã indagava a preferência do pernambucano em um eventual segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o tucano Aécio Neves. “Estarei no segundo turno”, se esquivou o político.

            OUTROS ASSUNTOS – Eduardo Campos também respondeu a críticas de internautas. Entre os assuntos, evitou dizer quem apoiaria em um segundo turno sem seu nome, voltou a falar sobre aborto e esclareceu que não foi à missa de Páscoa em Aparecida (SP) ontem com o intuito de fazer campanha política.

            Ele respondeu que atendeu “a um gentil convite” para comparecer à missa em Aparecida e que “não houve campanha”. Aproveitou também para esclarecer que desde que deixou o governo de Pernambuco é remunerado pelo PSB como presidente do partido, “com recursos que não são do Fundo Partidário”, respondendo a críticas de internautas.

            Ontem, em Aparecida, Eduardo disse aos jornalistas ser contrário ao aborto e considerar a legislação brasileira sobre a questão “adequada”. Questionado na internet sobre a forma de “reduzir a possibilidade da pessoa sentir que tem que escolher”, Campos voltou ao assunto e respondeu: “investir fortemente em políticas públicas e outras ações”.

            O presidente do PSB deixou o governo de Pernambuco no dia 4, para se candidatar à presidência da República e se mudou, na última semana, para um apartamento na capital paulista. Em seu primeiro fim de semana em São Paulo, Campos usou as redes sociais para postar fotos da família em parques paulistanos no feriado, além de registros da missa em Aparecida. Agência Estado.

            Compartilhe essa notícia:

              Petistas usam João Lyra para ironizar promessas de Eduardo Campos

              03_MHG_pais_dilmaAuxiliares de Dilma ironizam na Coluna Painel: enquanto Eduardo Campos (PSB) promete cortar ministérios se for eleito presidente, seu sucessor no governo pernambucano, João Lyra Neto (PSB), criou uma nova secretaria nos primeiros dias de sua gestão, a da Microempresa.

              Campo minado

              Cinco dos seis Estados que Campos visita nesta semana têm um ponto em comum: PSB e Rede estão em atrito por divergências nas candidaturas ao governo -só há acordo no Amazonas, palco do ato da aliança que apoia o pernambucano, que inclui também o PPS.

              Compartilhe essa notícia:

                Sem citar corrupção, Dilma Rousseff diz que indústria naval gera riquezas e empregos para o país

                dilma-572x381A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (21) que a indústria naval brasileira tem grande capacidade de gerar riquezas e fortalecer o produto nacional. O potencial para gerar empregos também foi citado pela presidenta no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.
                Dilma lembrou que a indústria naval do país vive uma retomada a partir de decisão do governo de priorizar o produto nacional e passar a produzir no país os navios, plataformas e estaleiros de que a Petrobras necessita.

                A presidenta relatou que na última semana visitou um estaleiro em Ipojuca (PE) inaugurado há dez anos e agora produz grandes navios e plataformas para a produção de petróleo. “Pude comprovar mais uma vez a capacidade do Brasil de construir estaleiros, fabrica navios, produzir plataformas e ter uma indústria naval forte e competitiva, que agora gera empregos e garante renda a milhares de trabalhadores e suas famílias aqui no Brasil”, disse durante o programa.

                Dilma apresentou dados sobre o aumento na geração de empregos provocado pela retomada da indústria naval. Segundo a presidenta, atualmente, esse setor emprega quase 80 mil trabalhadores distribuídos pelos estaleiros no Nordeste, no Sudeste e no Sul. E, em 2017, a previsão é que sejam 100 mil os trabalhadores contratados na indústria naval. Em 2003, o setor empregava 7.465 pessoas, disse.

                Ao final do programa, a presidenta lembrou que neste feriado nacional de 21 de abril é celebrado o Dia de Tiradentes, considerado por ela um símbolo da luta por um Brasil melhor, altivo e independente. Ela citou a seguinte frase dita por Tiradentes “Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la” e disse que o renascimento da indústria naval brasileira mostra que ele tinha razão.

                Da Agência Brasil

                Compartilhe essa notícia:

                  PSDB tem alianças fechadas em 80% dos Estados brasileiros, adianta Aécio Neves

                  Aécio desconversou sobre possível candidatura à Presidência em 2014Adotando um discurso otimista, o pré-candidato à presidência da República Aécio Neves (PSDB) adiantou, nesta terça-feira (22), durante reunião da executiva nacional do partido, em Brasília, que as alianças do partido estão encaminhadas de forma “extremamente positiva” em 80% dos Estados brasileiros.

                  “Vamos fazer uma análise, Estado por Estado, da situação já muito avançada das alianças. Nenhum partido político conseguiu até este momento uma construção tão sólida”, adiantou o senador.

                  Os encontros regionais serão coordenados pelo senador com os integrantes do colegiado e todos os presidentes dos diretórios estaduais da legenda. De acordo com Aécio, participarão das reuniões os 27 presidentes dos diretórios estaduais para avaliar o cenário de alianças para a eleição de 2014.

                  Em 2010, o PSDB elegeu seis senadores, 53 deputados federais, mais de 100 deputados estaduais e oito governadores. O partido também obteve mais de 43 milhões de votos nas eleições presidenciais, com José Serra.

                  A Executiva Nacional do PSDB é composta por 39 membros. O senador Aécio Neves é o presidente da legenda desde maio de 2013, quando foi eleito durante a 11ª convenção nacional do partido.

                  A reunião será em Brasília, na sede da Executiva Nacional do PSDB.

                  Compartilhe essa notícia:

                    Câmara nega perseguição a pequenos sulanqueiros

                    Paulo-CâmaraAcusado de perseguir pequenos sulanqueiros do Agreste de Pernambuco, quando secretário da Fazenda, o candidato do PSB ao Governo do Estado, Paulo Câmara, disse, há pouco, na Rádio Pajeú, em Afogados da Ingazeira, que não é verdade que tenha aumentado impostos ou criado dificuldades aos que vivem da sulanca.

                    “Fizemos um trabalho sem aumentar nenhum tipo de imposto. Nós tivemos uma ação importante no polo de confecções e diminuímos a tributação de mercadorias de outros estados. O microempreendedor individual não paga esse imposto de fronteira. Nos pátios de feira, acabamos com a maquininha de cupom fiscal”, afirmou.

                    E acrescentou: “Sempre olhamos para a realidade de cada região. Não conheço legislação tributária tão boa quanto a nossa. Facilitamos a vida do contribuinte, porque não aumentamos imposto e aumentamos a arrecadação, fazendo com que as pessoas saíssem da informalidade. Fomos reconhecidos pelo Sebrae como o governo que mais favoreceu o microempreendedor individual”.

                    Compartilhe essa notícia:

                      Dilma: de sinal amarelo para vermelho

                      Tornou-se praxe fazer avaliações de governo mediante os indicadores de ótimo e bom extraídos das pesquisas eleitorais. Embora tecnicamente tenha suas impropriedades (basta dizer que deixa de fora as manifestações de “regular” e “ruim e péssimo”), o fato é que tal mensuração, simples e intuitiva, se consagrou na área político-eleitoral e caiu nas graças do público.

                      Independente da medida, os especialistas consideram a avaliação de governo, também considerada sinônimo de popularidade do governante, como um dos principais fatores determinantes do voto: incumbentes bem avaliados tendem a ser reeleitos ou a fazer seus sucessores.

                      Com efeito, há uma correspondência lógica entre avaliação de governo e voto: grande parte das manifestações positivas de ótimo e bom que os eleitores conferem ao executivo transforma-se em votos. Daí, quanto mais elevada a avaliação da gestão, maior é a quantidade de votos recebida pelo governante candidato ou pelo seu indicado.

                      O inverso também prevalece: baixas avaliações positivas derrubam as intenções de voto e, depois, as decisões de voto. O desejo de mudança se sobrepõe ao de continuidade.

                      Na pré-campanha eleitoral deste ano a presidente Dilma Rousseff, sob esse indicador popular de ótimo e bom, está tendo problemas junto aos eleitores, quando sua administração é submetida a julgamento, desde as manifestações de junho do ano passado. A íntegra deste artigo, do professor Maurício Romão, você confere no menu Opinião. Vale a pena! Do blog do Magno Martins.

                      Compartilhe essa notícia:

                        CARTA: Acidentes na BR-101

                        DSCF3141Os acidentes e atropelamentos na BR 101 norte, em Igarassu, tem ocorrido com freqüência, expondo o perigo diariamente para a população. Este acidente aconteceu nesta quinta-feira(17) por volta de 12:00h no retorno da BR próximo a Vila Saramandaia.

                        Um ônibus da Empresa Rodotur que fazia a linha Goiana/Recife colidiu de frente com um veiculo de passeio, que tentava fazer um dos perigosos retornos da rodovia. Para os moradores do entorno, as colisões e atropelamentos viraram rotina.

                        Pelo leitor Fernando Melo – Igarassu / PE

                        Compartilhe essa notícia:

                          ARTIGO: Tarifas do setor elétrico: equilíbrio econômico-financeiro e qualidade dos serviços.

                          Por Heitor Scalambrini Costa
                          Professor da Universidade Federal de Pernambuco

                          Desde os anos 90, o setor elétrico brasileiro vem passando por uma reforma institucional, cujos objetivos seriam o aumento da competição, a melhoria da qualidade dos serviços e maior participação de recursos privados na distribuição e transmissão do setor. No entanto, pode-se afirmar, o maior legado (negativo) deste período (que se convencionou chamar de “Nova República”) foram às mudanças introduzidas na forma de tarifação da energia elétrica.

                          A Lei 8.631, de 4 de março de 1993, promoveu uma profunda modificação na política tarifaria, estabelecendo que os parâmetros de preços seriam propostos pelas próprias concessionárias, com a homologação (conivente?) do Poder Concedente.

                          Com a liberalização econômica, a partir de 1995, a tarifação adota a metodologia do “Preço Teto Incentivado” (price cap), que fixa tarifas consideradas “adequadas” para remunerar e amortizar os investimentos, e cobrir os custos operacionais, além de receberem o benefício de reajustes e revisões.

                          Na formula de cálculo do índice de reajuste, a tarifa está indexada ao IGP-M (índice geral de preços do mercado), cuja evolução é bem superior ao IPC (índice de preços ao consumidor) e ao IPCA (índice geral de preços amplo), que regem os reajustes de salário e de preços ao consumidor. Na pratica, enquanto o salário sobe pela escada, as tarifas elétricas sobem pelo elevador.

                          Um “passar de olhos” nos balancetes anuais dessas empresas comprovam que os ganhos extraordinários das concessionárias se devem aos draconianos contratos de privatização – em particular os das distribuidoras.

                          A noção de equilíbrio econômico, introduzida nos contratos de privatização (ou “de concessão”) como mecanismo de proteção ao capital estrangeiro investido no setor elétrico, garante que os investimentos são sempre remunerados. E assim criou-se, no setor elétrico brasileiro, o “capitalismo sem risco”.

                          Na prática, o que acontece, e está previsto em lei, é que as distribuidoras são ressarcidas por qualquer interferência que afete os preços da energia por elas adquirida. O custo é sempre pago pelos consumidores (via tarifas), que subsidiam a saúde financeira dessas empresas, garantindo ganhos extraordinários a todas, mesmo quando a qualidade de seus serviços é sofrível.

                          Então, que fique bem claro, a “maracutaia” do famigerado “equilíbrio econômico-financeiro” das empresas está nos contratos de privatização, que desconsidera o equilíbrio do orçamento familiar e a competitividade dos bens e serviços fornecidos pelo setor industrial e comercial, que têm na energia elétrica um insumo importante. Logo, responsabilizar adversários políticos pelas altas tarifas é politicar e camuflar o real problema. A responsabilidade é do governo federal (que criou), que tem mantido a principal causa das tarifas estratosféricas de energia: os contratos de privatização – feitos sob encomenda para que as concessionárias ganhem sempre.

                          Neste inicio de ano (de 2014), a política energética tem contribuído para o aumento da inflação. Com a justificativa de que a energia das termoelétricas é mais cara – mais ainda com a contratação no mercado livre –, os reajustes tarifários chegam a ser de 2 a 5 vezes o IPCA (inflação). E o consumidor deverá perder até 50% do desconto recebido na conta de luz, em 2013. Para 2015 e anos posteriores, antecipa-se mais aumentos significativos na conta de luz.

                          Os aumentos tarifários já autorizados pela ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) refletem os erros cometidos na condução da política energética. Os consumidores atendidos pela AES Sul, do Rio Grande do Sul, tiveram um aumento médio de 29,54%. Os consumidores da CEMIG, em Minas Gerais, foram surpreendidos em abril com um aumento de 14,82% e, em São Paulo, o aumento médio nas tarifas da CPFL Paulista foi de 17,23%. Para quatro distribuidoras no Nordeste os aumentos médios autorizados foram: 16,77% no Ceará; 11,85% em Sergipe; 14,82% na Bahia; e 12,75% no Rio Grande do Norte.

                          Em Pernambuco, o pleito da CELPE junto a ANEEL foi de um aumento médio de 18,13%. A justificativa para este aumento exorbitante, frente a uma inflação de 5,68% no período, foi o mesmo usado por todas as distribuidoras: “pagaram mais caro pela energia comprada”.

                          Todos os pedidos de aumento seguem rigorosamente os contratos, que atendem unicamente aos interesses das empresas, e deixam de lado os interesses do consumidor.

                          No caso da CELPE, o aumento premia uma empresa cujo nível de qualidade e continuidade dos serviços tem despencado no IASC (Índice Anual de Satisfação do Consumidor, ranking divulgado anualmente pela própria ANEEL). Em 2011, a companhia estava em 4º lugar, e em 2013 caiu para o 24º, em uma lista com 35 concessionárias.

                          Também deve ser levado em conta às multas irrisórias recebidas pelo excesso de interrupções e por mortes por choques elétricos – que chegam a 37 óbitos, desde 2012 (Bahia e Pernambuco são os Estados com maior numero de mortes, vindo o Ceará, em 3º lugar).

                          Nada disso abalou o lucro líquido da CELPE que, em quatro anos (de 2010 a 2013) somou cerca de R$ 850 milhões. A Celpe foi ainda recompensada com um aumento na tarifa muito superior à inflação, e fica bem fora dos padrões da realidade econômica de seus usuários (mais de 80% são consumidores domiciliares).
                          Ao consumidor restam duas saídas. Reclamar ao Bispo de Itu ou, como cidadão consciente, se insurgir contra mais este descalabro que avilta seus interesses (tudo “legal” e com a conivência dos últimos governos).

                          Basta! Revisão dos contratos já.

                          Compartilhe essa notícia:

                            Senado aprova Marco Civil da Internet

                            A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta terça-feira (22), o projeto que estabelece o Marco Civil da Internet. O texto foi aprovado com mudanças apenas de redação, com o objetivo de evitar que a matéria retorne à Câmara dos Deputados.

                            Com isso, o relator, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), atende a um pedido da presidente Dilma Rousseff, que quer apresentar a proposta na quarta-feira (23), em evento mundial sobre internet como uma contribuição brasileira para as discussões em torno dos deveres e direitos na web.

                            Este é um dos três relatórios sobre o Marco Civil da Internet em tramitação no Senado. Os outros dois ainda estão em análise nas comissões de Fiscalização e Controle e de Ciência e Tecnologia. Os aliados do governo vão tentar apressar a votação desses outros dois pareceres nas comissões para que a matéria seja levada ao plenário ainda nesta terça-feira (22), até o fim do dia.

                            Fonte: Agência Estado

                            Compartilhe essa notícia:

                              Em São Paulo, Eduardo diz que Dilma vai fugir dos debates

                              Eduardo Campos X DilmaO presidenciável do PSB, Eduardo Campos, acha que Dilma Rousseff emite sinais de que fugirá dos debates que estão sendo organizados por emissoras de tevê e portais de internet. Farejou o desejo de fuga nos relatos que recebeu dos assessores que o representam nas reuniões preparatórias. “Considero lamentável que a presidenta Dilma sinalize que fugirá dos debates”, disse ele, em entrevista ao blog.

                              Nas palavras de Campos, Dilma e seus operadores se equipam apostando “na construção de uma campanha completamente conservadora e reacionária”. Avalia que, além de esquivar-se do confronto de ideias, disseminam a “descrença em relação à participação da sociedade” e recorrem ao “terrorismo político” contra os que defendem mudanças.

                              “Quando você precisa correr do debate, apostar no desânimo do povo e disseminar o medo é porque alguma coisa está errada”, declarou. “O que eles não estão considerando é o seguinte: uma aparente desmotivação pode virar uma grande mobilização. O liame entre o desânimo absoluto e a mobilização é tênue. Basta uma fagulha”, acrescentou noutro trecho da conversa.

                              Após formalizar a chapa que terá Marina Silva como candidata a vice-presidente, Eduardo Campos mudou-se para São Paulo. Instalou-se num flat no bairro paulistano de Moema, onde passa o feriadão da Páscoa com a família. Despachará provisoriamente na sede do PSB estadual. Procura uma casa ou um conjunto de salas para montar o seu quartel general em junho, depois da convenção que formalizará sua candidatura.

                              Vai abaixo a íntegra da entrevista. Nela, Campos fala da agressividade de Dilma —“precisa se habituar à ideia de que tem pessoas que não concordam com ela”—, avalia o desempenho da supergerente —“não há dúvida de que fracassou”—, faz promessas —“vamos blindar a Petrobras contra ações fisiológicas”—, diz o que planeja fazer com os políticos tradicionais que apoiam qualquer governo —“vou mandá-los para a oposição”— e explica porque prefere não se aliar ao tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno —“precisamos ter a nossa identidade em São Paulo, a nossa cara.” Com informações do blog do Josias de Souza.

                              Compartilhe essa notícia:

                                Marina diz que governo Dilma carece de marca própria

                                Marina SilvaA ex-senadora Marina Silva disse em entrevista a uma rede de televisão americana que a presidente Dilma Rousseff não conseguiu firmar um estilo próprio à frente do Palácio do Planalto. “Infelizmente, a presidente Dilma não foi capaz de ter a própria marca de governo, a não ser a marca do retrocesso”, afirmou à CCTV America, de Washington. Marina foi à capital dos Estados Unidos participar de um evento sobre o ativista ambiental brasileiro Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988.

                                Indagada sobre um ponto positivo e outro negativo do atual governo, Marina disse que, apesar de ter sido bom para o País manter as políticas sociais da gestão do ex-presidente Lula, o governo Dilma é marcado por retrocessos. Ela citou o baixo crescimento da economia, a inflação, dificuldades no planejamento da infraestrutura e a recente situação energética. Segundo Marina, o governo retrocedeu no que se refere à renda, à proteção das florestas e dos direitos indígenas.

                                ELEIÇÕES - A vice da chapa de Eduardo Campos à Presidência nas eleições de 2014 destacou que os 20 milhões de votos recebidos por ela em 2010 têm um significado “muito profundo”. “Significa que, para o povo brasileiro, a ideia de um modelo de desenvolvimento econômico que produza riquezas, trabalho, moradia digna e serviços essenciais não é incompatível com a proteção do meio ambiente”, afirmou. Segundo Marina, o Brasil pode ajudar a resolver o que chamou de “desafio deste século”. “É preciso mudar o antigo paradigma de que a economia é separada da ecologia. O mundo vai precisar cada vez mais de fazer essa integração”, comentou.

                                Marina destacou que a aliança com o PSB, de Campos, ainda está sendo desenhada e que o objetivo é manter as bandeiras defendidas pela Rede Sustentabilidade no centro do debate. “O que me moveu para o PSB é a necessidade de que as ideias de 2010 continuem relevantes nas eleições de 2014″, afirmou.

                                CORRUPÇÃO - A solução para enfrentar a corrupção no Brasil é encará-la como um problema de todos e não apenas como algo relacionado ao governo ou aos poderes Legislativo e Judiciário, na avaliação da ex-ministra do Meio Ambiente. Marina destacou que o governo pode ser mais transparente e que o Congresso tem de ser uma ferramenta para “vigiar e monitorar”, mas alertou que o tema tem de ser visto como um problema de toda a sociedade.

                                Segundo Marina, a pobreza era tida apenas como uma preocupação do governo, mas quando passou a ser enfrentada como um problema de todos começou-se a criar um processo de inclusão social. “O mesmo vale para a corrupção. Enquanto não for um problema nosso, não haverá solução”, avaliou.

                                PROTESTOS - Marina também foi questionada sobre os protestos relacionados à Copa do Mundo e respondeu que o ponto negativo da realização de grandes eventos é o fato de não se pensar nos legados que podem ficar para a população. As manifestações nas ruas mandaram uma mensagem forte, segundo ela.

                                Para Marina, a população encara como uma prioridade investir para sediar a Copa, mas também deveria ser prioridade garantir saúde, educação, segurança pública, transporte e vida digna para os brasileiros, “necessidades muito mais profundas”, observou.

                                Compartilhe essa notícia:

                                  Frase polêmica de Eduardo sobre aborto gera mobilização contrária nas redes sociais

                                  A polêmica frase do presidenciável Eduardo Campos (PSB), de que não conhece ninguém que seja a favor do aborto, continua gerando uma forte mobilização contrária em redes sociais.

                                  Ao lado do presidente da CNBB, cardeal dom Raymundo Damasceno, o pré-candidato do PSB ao Planalto defendeu os atuais critérios da lei, que classificam o aborto crime, só admitindo a interrupção da gravidez em caso de estupro, risco de vida à gestante ou má formação do feto.

                                  “Não conheço ninguém que seja a favor do aborto”, afirmou o ex-governador neste domingo (20).

                                  Apesar de ser um feriadão, a mobilização nas redes sociais contra a declaração de Eduardo está muito grande. Várias páginas foram criadas contra a declaração de Eduardo de não conhecer pessoas “pró-escolha”.

                                  O aluno de medicina Tiago Kietzmann usou uma rede social para se dirigir ao presidenciável: “Oi Eduardo Campos. Beleza? Então, sou aluno da Faculdade de Medicina da USP e sou a favor do aborto, da descriminalização do aborto e, claro, sou pró-escolha. Acho que está te faltando amigos, você precisa conhecer mais gente”.

                                  Já a estudante de Direito, Paula Costa, postou : “Olá, Eduardo! Sou a Paula, estudante de Direito e me causa profunda ojeriza ter de estudar como crime algo que eu gostaria de estudar como direito. Pela descriminalização do aborto!”.

                                  A internauta Carolina Rangel declarou no seu facebook: “Sou paulista, mãe e pesquisadora. Sou a favor da descriminalização do aborto. Mulheres ricas já fazem aborto com segurança em nosso país. É só uma questão financeira. Chega de hipocrisia”.

                                  Uma das primeiras páginas no Facebook contra a polêmica declaração de Campos foi a “Olá, Eduardo! Eu sou a favor da descriminalização do aborto! Sou pró-escolha!”, criada pela internauda Thais Niero, que comentou: “Olá, Eduardo Campos! Me chamo Thaís! Fiquei sabendo que você não conhecia ninguém a favor do aborto e resolvi me apresentar”.

                                  A página já conta com 4,2 mil convidados para uma mobilização contra a declaração de Eduardo Campos.

                                  Outra página criada contra a mesma declaração é a “Eu te conheço Eduardo Campos”, criada pelo internauta Bruno Amorim. Com teor mais político, a página diz que “reúne pessoas que conhecem e sabem que o ex-governador de Pernambuco está tendo mais uma posição eleitoreira e usando um discurso falso”.

                                  Uma terceira página, criada pelo internauta Felipe Fernandes, facilita que pessoas “revoltadas” com a declaração de Campos alterem sua foto de perfil no Facebook, acrescentando a seguinte frase na foto automaticamente: “Olá, Eduardo! Eu sou a favor da descriminalização do aborto!”.

                                  Muitos internautas, principalmente mulheres, estão aderindo a este protesto virtual contra Eduardo. No meio universitário, a declaração de Eduardo também foi mal recebida.

                                  Usando as redes sociais, vários pesquisadores e professores criticaram a fala. A pesquisadora da UFPE, Ana Portella, usou seu facebook para fazer uma declaração: “Olá, Eduardo, eu sou Ana Paula Portella, pesquisadora da UFPE e sou a favor da legalização do aborto: pela autonomia, pela saúde e pela vida das mulheres!”.

                                  Uma professora e pesquisadora da UFRJ também se manifestou: “Olá Eduardo ..sou Fátima Lima, antropóloga, professora e pesquisadora da UFRJ. Se você não conhecia alguém a favor da descriminalização do aborto, acaba de conhecer..pela livre decisão sobre nossos corpos e pelo enfrentamento do aborto como uma questão de saúde pública”.

                                  A Igreja Católica ainda não se manifestou sobre a declaração de Eduardo, dentro da basílica, que contrariava a posição oficial da Igreja Católica. Disse o pré-candidato que é favorável aos critérios atuais da lei, que permite o aborto em caso de estupro.

                                  A Igreja Católica é radicalmente contrária a esta permissão da lei, já tendo excomungado médicos que realizaram o procedimento, em menores estupradas que engravidaram. Em documentos oficiais, a Igreja Católica diz que “o aborto é um pecado maior que o estupro”.

                                  Compartilhe essa notícia:

                                    Presidenciável, Eduardo Campos assume que agora luta contra o desconhecimento

                                    eduardo-campos1Candidato à Presidência da República, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) assumiu, em entrevista à Rádio Jornal na manhã desta terça-feira (22), que o atual desafio da campanha do PSB agora é torná-lo mais conhecido do eleitorado nacional. “Agora é uma luta contra o desconhecimento”, afirmou.

                                    O ex-governador dá início nesta semana uma maratona por diversos estados. Pela manhã, Campos tem agenda em Florianópolis, onde concede entrevistas e tem reuniões partidárias. Na hora do almoço, participa de um debate organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

                                    No período da tarde, o ex-governador segue para Chapecó, no interior do Estado, onde também participa de debates e entrevistas. À noite, Eduardo já segue para o Oste do Paraná, onde tem agenda em Cascavel nesta quarta (23).

                                    Ao longo da semana, Campos ainda passará pelo Pará, Amazonas, Maranhão e Piauí. No próximo domingo (27), o socialista deve passar pelo Recife. Será a primeira vez que o ex-governador vem ao Estado depois de lançar a candidatura à Presidência da República.

                                    “Temos uma jornada pela frente que é levar a todo o País as nossas ideias para construir uma vitória e que essa vitória seja do Brasil”, diz. A estratégia é endossada por dados do Datafolha que mostram que Campos aparece em primeiro lugar entre os 17% dos eleitores que dizem conhecer bem todos os candidatos.

                                    No grupo, o pernambucano possui 28% das intensões de voto, contra 26% da presidente Dilma Rousseff (PT) e 24% do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Ele também venceria um eventual segundo turno contra Dilma por 48% contra 31%.

                                    Compartilhe essa notícia:

                                      Troféu da Copa do Mundo de 2014 chega ao Brasil depois de rodar o mundo

                                      1b5aa07dfde616d4c6c2f7c1ae9cf3ce.jpg

                                      O troféu da Copa do Mundo de 2014 chegou nessa segunda-feira (21) ao Rio de Janeiro, depois de passar por cerca de 80 países entre setembro do ano passado e abril deste ano. A taça ficará exposta até o próximo dia 25 no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, que será o palco da final do campeonato, no dia 13 de julho. A taça passará por várias cidades brasileiras. No Recife, o troféu ficará exposto nos dias 23 e 24 de maio.

                                      Os visitantes poderão ver a taça das 9h às 21h. Após passar pelo Rio de Janeiro,  o troféu segue para as outras 26 capitais brasileiras. Ainda em abril, segue para Porto (26 e 27 de abril), Belo Horizonte (28 e 29 de abril) e Salvador (30 de abril e 1º de maio).

                                      Na primeira quinzena de maio, depois de Salvador, a taça segue para Cuiabá (2/5), Curitiba (dia 3/5), Florianópolis (dia 4/5), Campo Grande (dia 6/5), Goiânia (dia 7/5), Vitória (dia 8/5), Aracaju (9/5), Maceió (10/5), João Pessoa (11/5), São Luís (13/5), Palmas (14/5) e Macapá (15/5).

                                      Por último, o troféu ficará exposto em Boa Vista (16/5), Rio Branco (17/5), Porto Velho (18/5), Manaus (19/5), Belém (20/5), Teresina (21/5), Natal (22/5), Recife (23 e 24 de maio), Fortaleza (dias 25 e 26) e Brasília (dias 27 e 28).

                                      A taça encerra sua turnê mundial na cidade de São Paulo, que será o palco da cerimônia de abertura e do primeiro jogo da Copa do Mundo, no dia 12 de junho. Ela ficará exposta na capital paulista entre os dias 29 de maio e 1º de junho.

                                      Fonte: Agência Brasil

                                      Compartilhe essa notícia:

                                        Depois de aborto, Eduardo Campos diz ser contra redução da maioridade penal

                                        Eduardo CamposDois dias depois de afirmar ser contra o aborto, o ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB), afirmou na manhã desta terça-feira (22), em entrevista à Rádio Jornal, que também é contrário à redução da maioridade penal no País. “As pessoas imaginam que se diminuir a maioridade penal vão resolver o problema da criminalidade. E não vai. Isso na verdade é um mito”, afirmou, em entrevista ao apresentador Geraldo Freire.

                                        “Se você não cuidar de gerar trabalho, renda e educação de qualidade, você vai reduzir pra 16, depois pra 14, depois pra 12 e não vai resolver o problema. Porque as crianças não entram na criminalidade porque já nascem com essa tendência ou com essa índole, é a falta de oportunidade”, argumentou.

                                        O ex-governador defendeu a necessidade de se investir em educação e creches para evitar que as crianças e adolescentes tenham contato com o crime. Ele também defendeu um olhar diferenciado para o problema das drogas, principalmente do crack.

                                        “Se fosse pra mudar uma lei e resolver o problema, se mudava a lei e o problema estava resolvido no dia seguinte. E não é assim”, disse. Ouça a íntegra da entrevista no site da Rádio Jornal.

                                        ABORTO – Em visita ao Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, durante o domingo de Páscoa, Campos levantou a polêmica ao defender a legislação brasileira atual que proíbe o aborto, exceto em casos de estupro, feto anencefálico ou quando há risco de vida para a mulher.

                                        “Acho que a legislação brasileira é adequada e, como cidadão, a minha posição é a de todos. Não conheço ninguém que seja a favor do aborto”, disse o presidenciável, ao lado do cardeal Dom Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

                                        A declaração causou polêmica na Internet, principalmente entre os simpatizantes do movimento feminista, que defendem a interrupção da gravidez, justificando que as mulheres devem ter direito ao próprio corpo.

                                        Compartilhe essa notícia: